O papel do nutricionista é extremamente importante, no sentido de reeducar as pessoas a assumirem hábitos alimentares baseados no bom senso e no equilíbrio nutricional. Hoje, convivemos com problemas de saúde pública típicas de países desenvolvidos, como a obesidade infantil, advindas da longevidade da população mundial, e ainda não resolvemos problemas básicos de nações subdesenvolvidas, ou emergentes, como a desnutrição e as carências nutricionais. Nos últimos tempos, a sociedade vive mais preocupada com a qualidade de vida do que há algumas décadas. Essa preocupação gera uma mobilização na mídia, muitas vezes estimulando as pessoas a consumirem produtos que prometem resultados imediatos, quase milagrosos, sem a devida orientação profissional. Não se investe na reeducação alimentar como fator preponderante para que o consumidor reveja seus costumes, corrija onde há exageros ou contra-indicações e, a partir daí, adote novos hábitos alimentares saudáveis, aliados ao hábito de alguma atividade física no seu cotidiano. Em função disso, o papel do nutricionista é extremamente importante, no sentido de reeducar as pessoas a assumirem hábitos alimentares baseados no bom senso e no equilíbrio nutricional. O ato de preparar alguns pratos, mesmo que seja apenas aos finais de semana, pode até se tornar uma atividade prazerosa, lúdica e de envolvimento da família, promovendo uma nova forma de encarar a alimentação no seu cotidiano. O ato de alimentar-se deve ser compreendido como um momento de nutrição aliado à instantes de satisfação e relaxamento, evitando-se vícios como a ingestão de alimentos sem degustá-los e sem fazer uma correta e rigorosa mastigação. Por todas as mudanças que ocorrem rapidamente no mundo, como o avanço da biotecnologia, da preocupação ambiental e ecológica, fica cada vez mais evidente que a atuação dos profissionais, principalmente da área da saúde, deve envolver os aspectos sociais ligados à qualidade de vida, e isto nos remete diretamente ao trabalho educativo do nutricionista, visando ao equilíbrio alimentar (o que comer, quando comer, as quantidades adequadas de cada alimento, e se está ligado a uma ingesta nutricionalmente correta etc.), seja para indivíduos ou coletividades sadias ou enfermas. Hoje, já convivemos com problemas de saúde pública típicas de países desenvolvidos, como a obesidade infantil e doenças crônico-degenerativas, advindas agora de forma mais intensa, devido à longevidade da população mundial, e ainda não resolvemos problemas básicos de nações subdesenvolvidas, ou emergentes, como a desnutrição e as carências nutricionais. Portanto, atualmente, são diversas as áreas em que o nutricionista deve “atacar” como focos importantes da sua atuação, tais como: Nutrição em Saúde Pública, com enfoque nas ações preventivas, visando à qualidade de vida da população ou indivíduo atendido; Nutrição em Esportes, referente a atividades relacionadas à alimentação e à nutrição em academias, clubes esportivos e similares, uma vez que tem crescido a consciência das pessoas de que precisam sair do sedentarismo da cadeira e do sofá e do controle remoto e mouse(computador), além do crescimento das atividades esportivas individuais e em equipes, em que o nutricionista está sendo inserido e que muito contribui para o bom desempenho de atletas e esportistas, por meio de orientação adequada quanto aos alimentos a serem ingeridos e dos hábitos a serem modificados/adquiridos; em Nutrição em Alimentação Coletiva – que engloba atividades de alimentação e nutrição realizadas nas Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN), como tal entendidas as empresas fornecedoras de serviços de alimentação coletiva, serviços de alimentação auto-gestão, restaurantes comerciais e similares, serviços de buffet e de alimentos congelados, comissárias e cozinhas dos estabelecimentos assistenciais de saúde; atividades próprias da alimentação escolar e da alimentação do trabalhador –, que vem apresentando novos focos de atuação nas áreas de Hotelaria e Gastronomia (restaurantes comerciais diferenciados), uma vez que o lazer e o turismo são segmentos em ampla expansão mundial, além da alimentação mais popular, com a multiplicação dos restaurantes self service/por quilo, redes de fast food e de padarias, estas últimas oferecendo, inclusive, serviços de alimentação como se fossem verdadeiros restaurantes, muitas delas funcionando até 24 horas por dia, e que precisam de supervisão mais técnica (realizada por um Responsável Técnico – RT) para evitar riscos à saúde da população usuária, sendo uma questão de segurança alimentar. No segmento de Nutrição Clínica, temos a atuação do nutricionista em equipes multidisciplinares no atendimento domiciliar (home care), pois é fato que a internação hospitalar é representa um custo muito elevado para as entidades e para o próprio paciente e seus familiares, além dos consultórios de nutrição, já que hoje os nutricionistas estão sendo mais conhecidos pela sociedade e, consequentemente, têm sido mais procurados. Neste nicho, temos ainda profissionais que aliam a atenção clínica do cliente ao atendimento a familiares e colaboradores, como empregados domésticos, realizando uma orientação voltada para a alimentação de toda a família, elaborando cardápios, organizando lista de compras de alimentos saudáveis (e promovendo a substituição de alimentos pouco saudáveis, costumeiramente consumidos) e procurando, dessa maneira, envolver todos em uma nova forma de assumir bons hábitos alimentares. No Ensino, temos a expansão dos cursos técnicos em nutrição e dietética e de graduação em nutrição, além dos cursos de pós-graduação, o que ampliou o mercado para o nutricionista em termos de docência, nas suas várias modalidades; e atividades de extensão, pesquisa e coordenação relacionadas à alimentação e à nutrição. Na área de Marketing, a influência mercadológica, associada à qualidade de vida, tem levado a indústria de alimentos a ampliar as suas linhas de produtos diet e light e outros para fins especiais, mas que devem ser bem orientados por um nutricionista, a fim de evitar abusos no seu consumo, acarretando intercorrências para a saúde. Por toda essa velocidade na informação veiculada pelas mais variadas mídias que a população tem acesso (rádio, televisão, revistas, internet etc.), é que se torna premente a atuação do nutricionista, seja em escolas, indústrias, hospitais, estabelecimentos comerciais, academias, instituições geriátricas e outras, para provar como é vital a alimentação para o equilíbrio da saúde de todos. O nutricionista é o profissional de saúde mais capacitado para oferecer à população soluções eficazes para uma reeducação dos hábitos alimentares, nos quais sejam priorizados os aspectos nutricionais da alimentação de cada indivíduo, considerando-se as características e necessidades individuais. A Nutrição é uma ciência, não se resumindo de forma alguma à mera prescrição de dietas. Como toda ciência, existem conceitos que devem ser esclarecidos e simplificados para que haja uma mudança consciente nas escolhas e nos hábitos alimentares da população. E para enfrentar todos os desafios da sociedade moderna, é que o nutricionista deve buscar estar sempre tecnicamente atualizado, para argumentar com convicção, não ser afetado por modismos que não são respaldados por estudos científicos e agir com muita ética profissional em respeito aos seus clientes, a si próprio e à profissão que representa. Dra. Olga Maria Silverio Amancio Presidente do Conselho Regional de Nutricionistas - 3ª Região Colegiado 2005/2008 [Artigo publicado na Revista Nutrinews, edição 229] |
segunda-feira, 25 de julho de 2011
O relevante papel do nutricionista na sociedade moderna
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Gestação e o Uso de Adoçantes
Atualmente, mulheres de diversas idades tem o hábito de substituir o açúcar pelo adoçante. Durante a gestação, a escolha do adoçante deve ser feita de maneira cuidadosa, pois determinadas substâncias utilizadas em sua formulação podem ser prejudiciais neste período.
É essencial que a gestante receba orientação adequada do obstreta ou nutricionista sobre a utilização dessas substâncias.
O que são os adoçantes?
São substitutos naturais ou artificiais do açúcar que conferem sabor doce com menor número de calorias por grama de um alimento. São compostos por substâncias edulcorantes, - que possuem a capacidade de adoçar muito em pequenas concentrações.
São substitutos naturais ou artificiais do açúcar que conferem sabor doce com menor número de calorias por grama de um alimento. São compostos por substâncias edulcorantes, - que possuem a capacidade de adoçar muito em pequenas concentrações.
A Agência de Vigilância Sanitária (ANVISA) divulgou recentememente algumas modificações e limitações no uso de edulcorantes para a população em geral, já que alguns estudos mostravam o efeito negativo de alguns tipos de adoçantes para a saúde. Para as gestantes as limitações são as mesmas.
Adoçantes mais utilizados, seus possíveis riscos à gestante e o feto e quantidades recomendadas:
Sacarina
Apesar de cruzar a barreira placentária de forma limitada, estudos em ratos não demonstraram efeitos teratogênicos, ou seja, não são capazes de produzir danos ao feto ou embrião durante a gravidez.
Apesar de cruzar a barreira placentária de forma limitada, estudos em ratos não demonstraram efeitos teratogênicos, ou seja, não são capazes de produzir danos ao feto ou embrião durante a gravidez.
Porém como existem ainda poucos estudos comprovando ou não os riscos da sacarina para fetos humanos, o uso deste adoçante deve ser evitado durante a gestação de forma preventiva. De qualquer forma, não há relatos da associação entre a exposição à sacarina durante a vida fetal e o surgimento de câncer, posteriormente.
Algumas evidências demonstram que a sacarina teria um efeito de aumento progressivo de sua concentração no leite humano, após ingestões repetidas dessa substância. Não existem recomendações oficiais quanto ao uso de sacarina durante a amamentação, porém, é prudente evitar seu uso.
A sacarina foi um dos edulcorantes que sofreu redução na recomendação de consumo pela ANVISA. Passou de 22 a 30 mg por 100ml de produto para 10 a 15mg por 100ml. O limite diário máximo recomendado é de 5mg por kilo de peso.
Ciclamato
Suspeita-se que o ciclamato possa causar efeitos citogenéticos (na constituição genética da célula) sobre linfócitos humanos. Porém, até hoje não existem relatos de malformações e problemas comportamentais nos fetos expostos ao ciclamato.
Suspeita-se que o ciclamato possa causar efeitos citogenéticos (na constituição genética da célula) sobre linfócitos humanos. Porém, até hoje não existem relatos de malformações e problemas comportamentais nos fetos expostos ao ciclamato.
O ciclamato também teve suas quantidades ateradas pela ANVISA. Diminuiu de 97 a 130mg para 40 a 56mg por 100ml de produto. O limite diário máximo ficou em 11mg/kilo de peso.
Aspartame
Segundo estudos da atualidade, a ingestão de produtos que contenham aspartame durante a gestação é considerada segura, desde que não haja excesso no consumo. No entanto, poucos estudos têm avaliado este tema e a maioria dos profissionais da saúde opta por restringir o aspartame na gestação.
Segundo estudos da atualidade, a ingestão de produtos que contenham aspartame durante a gestação é considerada segura, desde que não haja excesso no consumo. No entanto, poucos estudos têm avaliado este tema e a maioria dos profissionais da saúde opta por restringir o aspartame na gestação.
Após sua ingestão, o aspartame se decompõe no intestino em metanol, aspartato e fenilalanina, então inclusive durante a gravidez, indivíduos com fenilcetonúria devem evitar seu consumo.
Metanol e ácido aspártico não são considerados tóxicos para o feto, nas doses consumidas por humanos.
Para aspartame, os limites da ANVISA mantiveram-se os mesmos, de 56 a 75mg por 100ml de produto, e o limite diário máximo continua 40mg/kilo de peso.
Para aspartame, os limites da ANVISA mantiveram-se os mesmos, de 56 a 75mg por 100ml de produto, e o limite diário máximo continua 40mg/kilo de peso.
Sucralose
Assim como o aspartame, a sucralose pode provocar crises de enxaqueca em pacientes propensos. A sucralose não apresenta riscos carcinogênicos, neurológicos ou reprodutivos para os seres humanos, segundo estudos recentes. Não existem dados disponíveis de recomendações para uso durante a gestação ou lactação.
Assim como o aspartame, a sucralose pode provocar crises de enxaqueca em pacientes propensos. A sucralose não apresenta riscos carcinogênicos, neurológicos ou reprodutivos para os seres humanos, segundo estudos recentes. Não existem dados disponíveis de recomendações para uso durante a gestação ou lactação.
Acessulfame-K
Segundo evidências recentes, o acessulfame-k não é considerado tóxico, carcinogênico ou mutagênico em animais. Não existem estudos controlados em humanos nem dados sobre o uso desse adoçante durante a lactação.
Segundo evidências recentes, o acessulfame-k não é considerado tóxico, carcinogênico ou mutagênico em animais. Não existem estudos controlados em humanos nem dados sobre o uso desse adoçante durante a lactação.
O limite de uso manteve-se inalterado segundo a ANVISA, de 26 a 35mg por 100ml. O limite diário recomendado é de 15mg por quilo de peso.
Estévia
Estudos em animais e humanos indicam que esse adoçante possui propriedades anti-hipertensivas, reduz a glicemia pós-prandial de pacientes com diabetes tipo 2 e pode modificar o resultado de testes de tolerância à glicose, reduzindo significativamente os níveis de glicemia. Portanto, a estévia deve ser evitada antes da realização de exames de rastreamento ou diagnóstico de diabetes durante a gestação.
Estudos em animais e humanos indicam que esse adoçante possui propriedades anti-hipertensivas, reduz a glicemia pós-prandial de pacientes com diabetes tipo 2 e pode modificar o resultado de testes de tolerância à glicose, reduzindo significativamente os níveis de glicemia. Portanto, a estévia deve ser evitada antes da realização de exames de rastreamento ou diagnóstico de diabetes durante a gestação.
Em animais, não produziu efeitos adversos sobre a gestação. Não foi oficialmente classificado pela FDA quanto à possíveis riscos na gravidez, e também não existem dados disponíveis sobre seu uso durante a lactação.
Considerações sobre o uso de adoçante na gravidez
De uma forma geral, o uso de adoçantes durante a gestação deve ser reservado para pacientes que precisam controlar o seu ganho de peso e para diabéticas.
De uma forma geral, o uso de adoçantes durante a gestação deve ser reservado para pacientes que precisam controlar o seu ganho de peso e para diabéticas.
A melhor conduta durante esse período é evitar o uso dos adoçantes em produtos industrializados e evitar adicionar adoçante às bebidas, afinal como os estudos ainda são muito recentes e inconclusivos, sendo a prevenção ainda é a melhor opção. Se for necessário o uso de adoçantes, o ideal é seguir as recomendações de consumo.
Referências Bibliográficas
Salles RK, Fiates GMR, Auler F, Lehrer KM. Uso de adoçantes durante a gravidez e ganho de peso gestacional. J. bras. ginecol;108(7):247-54, jul. 1998.
Site ANVISA: http://www.anvisa.gov.br/
Salles RK, Fiates GMR, Auler F, Lehrer KM. Uso de adoçantes durante a gravidez e ganho de peso gestacional. J. bras. ginecol;108(7):247-54, jul. 1998.
Site ANVISA: http://www.anvisa.gov.br/
Torloni MR, et al. O uso de adoçantes na gravidez: uma análise dos produtos disponíveis no Brasil. Rer. Bras. Gin. Obst., v.29, no5, p.267-275, 2007.
Artigo retirado do site RGNutri.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Boa alimentação é o segredo para seu carnaval!!!
A época do carnaval é caracterizada por muitos dias de festa, o que traz muita atividade física e suor excessivo, ingestão de bebida alcoólica e poucas horas de sono.
Para curtir ao máximo o carnaval e para que o corpo não fiquei exausto, o ideal é cuidar da alimentação antes, durante e depois da folia !!!
Saiba algumas dicas de alimentação que podem fazer diferença no seu carnaval
- Algumas semanas antes da folia é importante enriquecer a alimentação em frutas, hortaliças, cereais integrais, carnes magras e leite desnatado, evitando ao máximo açúcares, doces e alimentos gordurosos. Nos meses antecedentes à folia é bom praticar atividade física, para aumentar a resistência física.
- Durante a preparação para a festa, é aconselhável ingerir bastante água para se hidratar. Isso inclui sucos naturais, água e água de coco.
- Durante a festa, os foliões transpiram muito. Com essa transpiração, há uma perda de água, sendo necessário consumir muita água, sucos naturais, água de coco e bebidas isotônicas. Essas bebidas isotônicas são ótimas para a reposição de eletrólitos perdidos no suor, mas não devem substituir integralmente a água e devem ser evitadas por hipertensos e cardíacos
Nos dias de folia, evitar alimentos gordurosos, pois a gordura faz com que a digestão fique mais lenta, causando desconforto abdominal e sensação de estômago cheio, além de promover ganho de peso.
- Caso consuma bebida alcóolica, beba com moderação e nunca com estômago vazio. Procure intercalar as bebidas alcoólicas com água para evitar uma possível desidratação e a famosa ressaca, já que o álcool aumenta a diurese. Consumir alimentos como nozes, amendoins, castanhas para ajuda a retardar o efeito do álcool.
- Fracione bem as refeições, comendo de três em três horas. As refeições devem ser compostas por preparações leves. Deve-se priorizar saladas, carnes magras, frutas, cereais integrais, verduras e água.
- Atente-se para as comidas de rua. Ao optar por essas comidas é importante verificar as condições de higiene do local e do funcionário que as serve, pois elas podem estar contaminadas, ocasionando toxinfecções, diarreia e desidratação.
- Evitar alimentos embutidos e condimentados, pois, possuem uma grande quantidade de sal, contribuindo para a desidratação. Além disso, excesso de condimento também pode ocasionar irritações gástricas e intestinais, causando dores ou diarreias. Deixe para experimentar novos sabores quando estiver em casa.
Dicas para se recuperar após o carnaval
- Após o carnaval, investir em alimentos ricos em vitaminas, fibras, minerais e água, para recuperação do estado físico.
- Caso abuse de bebidas alcoólicas, evite alimentos ácidos, condimentos e comidas que sobrecarreguem o fígado.
* Exemplos de alimentos que auxiliam:
Verduras de folhas escuras;
Amendoas ou castanhas em poucas unidades;
Água e frutas (melhor fruta indicada: maça);
Carne branca e peixes;
Queijo branco e derivados do leite como leite desnatado, ricota;
Diminuição dos carboidratos (pão françês, massas, batata)
Procure fazer alimentação leve, ou seja, escolha alimentos mais saudáveis e consuma poucas quantidades, consumindo uma maior variedade de frutas e vegetais.
- Ter uma boa noite ou dia de sono para recompor as energias.
Bom Carnaval!!
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Diversos motivos para incluir a soja na alimentação !!!

Soja é um grão rico em proteínas, cultivado como alimento tanto para humanos quanto para animais. A soja pertence à família Fabaceae (leguminosa), assim como o feijão, a lentilha e a ervilha. A palavra soja vem do japonês shoyu. A soja é originária da China e do Japão.
A soja é considerada uma fonte de proteína completa, isto é, contém quantidades significativas da maioria dos aminoácidos essenciais que devem ser providos ao corpo humano através de fontes externas, por causa de sua inabilidade para sintetizá-los.
Alguns motivos para incluir a soja em sua alimentação:
- Disposição: A soja é rica em sais minerais como fósforo e potássio, que são essenciais para garantir a saúde dos músculos e disposição para prática de atividades físicas;
- Conserve a memória: o grão é rico em lecitina de soja, que atua na conservação das ligações nervosas, propiciando maior qualidade na transmissão de estímulos;
- Dê um up na libido: a soja é rica em aminoácidos triptofano, que é o precursor da serotonina, hormônio que precisa estar em concentrações adequadas no organismo para favorecer o desejo sexual;
- Seja bem humorado: A serotonina é ainda um hormônio essencial para o bom humor, sendo responsável pela sensação de bem-estar e prazer. Assim, a soja é uma grande aliada contra depressão;
- Combata os sintomas da menopausa: A soja é rica em isoflavonas, substâncias que têm ação similar aos hormônios femininos, capazes de amenizar os sintomas característicos da menopausa;
- Cuide do coração: rica em ácidos graxos insaturados, a soja ajuda a diminuir o nível do colesterol ruim e contribui para o aumento do bom, atuando como preventivo contra doenças arteriais;
- Intestino regulado: Rica em fibras, a soja contribui para o bom funcionamento do intestino;
- Mantenha a boa forma: As fibras da soja ainda são ótimas aliadas para controlar o peso corporal, uma vez que ajudam a regular os níveis de glicose no sangue;
- Tenha saúde com sabor: Atualmente o mercado oferece a soja industrializada em diferentes versões, tornando sua inclusão na alimentação diária muito mais saborosa e prática.
Olvebra
A Olvebra utiliza como matéria prima para toda a sua linha de produtos o Extrato de Soja, popularmente conhecido como “leite de soja”. Além de passar por um processo físico de fabricação, sem adição de produtos químicos, mantém presentes os ácidos graxos ômega-3 e ômega-6, além também das fibras e das isoflavonas. Através de pesquisas e testes industriais, a Olvebra comprovou que o processo de obtenção do Extrato de Soja permite a concentração de isoflavonas, pois esta depende diretamente das condições de processamento e da temperatura de tratamento do material.
Saiba onde encontrar diversas receitas com soja:
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Dicas para proteger a sua saúde do ar seco
A baixa umidade do ar, o ar muito seco, é prejudicial à nossa saúde. O tempo seco, além de trazer incômodo, podem afetar as pessoas com mais facilidade. Problemas alérgicos e respiratórios (rinite, asma, bronquite) e doenças de pele são mais comuns nessas condições, além de outros bem mais sérios como infarto e acidente vascular cerebral (AVC) principalmente, em idosos quando não há existência dos cuidados recomendados.
A umidade do ar hoje em São Paulo está na casa dos 20%, menos que a metade do que preconiza a Organização Mundial de Saúde (OMS) que informa que para não fazer mal ao organismo deve estar em 60%.
O acúmulo de poluentes é outro agravante da temperatura seca. Os gases tóxicos não conseguem dispersar na atmosfera, o que deixa os olhos com mais ardência e a garganta seca, com pigarro.
Para se manter a saúde neste período de ar seco devemos ter algumas atitudes simples, que podem garantir o bem-estar e evitar complicações.
Aqui vão algumas dicas:
- Beba mais água do que o normal. Se possível deixe uma garrafinha com água ao seu lado para que você não "esqueça" de se hidratar. Atenção: crianças e idosos são os mais afetados pela baixa umidade do ar, por isso, é necessário atenção especial a esses dois grupos. Incentive a ingestão de bastante água (cerca de dois litros ao dia), além de sucos naturais feitos de maneira adequada e água de coco.
- Planeje as atividades físicas para o período da manha até as 10 hs ou para o fim da tarde, depois das 17 hs.
- Proteja-se da exposição ao sol no período das 10h às 17 horas.
- Prefira alimentos frescos e produzidos o mais próximo possível do horário de consumo. Substitua frituras por alimentos assados, assim como o sorvete de massa por picolé, especialmente de frutas. Queijos amarelos podem ser trocados por queijos brancos.
- A pele também merece atenção especial neste período. Evite banhos com água muito quente, que ressecam a pele, e use, sempre que possível, um creme hidratante. Em caso de irritação das vias aéreas e dos olhos, use soro fisiológico para lavar os olhos e as narinas.
- Usar aparelhos umidificadores dentro de casa ou no seu local de trabalho também aumenta os níveis de umidade do ambiente, deixando-os em padrões confortáveis para a sua saúde.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Alimentação no Inverno
Por que será que nós engordamos mais no inverno do que no verão?
No verão nós temos a impressão que gastamos mais energia pelo motivo que suamos mais. E isso não é verdadeiro, pois o que o corpo está fazendo é liberando o calor que está “sobrando”. No inverno a temperatura “cai”. Nós temos o nosso tecido gorduroso que tem um importante papel de manter a temperatura do nosso corpo. O corpo gasta muito mais energia para manter a temperatura corpórea do que mantê-la. Para repor essa energia o nosso corpo “pede” comida já que é através dela que obtemos nossa primeira fonte de energia. A conseqüência direta é que sentimos mais fome, com aumento do consumo diário de calorias. E os alimentos mais ingeridos são exatamente aqueles com alto valor nutricional e calórico.
Segundo estudos, a fome que geralmente sentimos a mais no inverno, está relacionada à adaptação do organismo com a temperatura mais fria e com a diminuição do consumo de água, que é muito menos se comparado com a quantidade que ingerimos durante o verão. O sedentarismo nos dias mais frios também prevalece, a pessoa fica com preguiça de fazer suas atividades diárias e a falta de motivação para ir à academia.
Dicas para uma boa alimentação no inverno:
- A alimentação deve ser feita a cada 3 horas, em quantidades moderadas (evite o excesso).
- Evite o consumo exagerado de carnes gordurosas, invista em pratos mais saudáveis acompanhados de salada com verduras cozidas. O consumo de fibras, além de ajudar bastante no funcionamento do intestino, dá sensação de saciedade prolongada ao organismo e evita o exagero nas próximas refeições.
- Invista em sopas e caldos com bastante verduras sem adição de creme de leite ou massas e substitua doces calóricos por uma salada de frutas.
- Evite o consumo exagerado de bebidas alcoólicas.
- Mesmo sem muita vontade, consuma muita água por dia. De preferência, 2 litros por dia
- O chocolate quente pode ser substituído por chá com adoçante, ou então prepare com leite desnatado e achocolatado light;
- Os queijos amarelos devem trocados pelos brancos ou light;
- No caso de não resistir ao fondue, dê preferência aos de queijo, preparados com leite desnatado e queijos magros;
- A feijoada pode ser consumida no máximo duas vezes por mês e desde que as carnes sejam mais magras. Não se esqueça de usar a couve como acompanhamento.
- Quando for comer massas, prefira os molhos magros, como o de tomate, por exemplo.
- Se as saladas não apetecem, consuma as verduras refogadas ou na forma de suflês;
- Não deixe de consumir grãos integrais, hortaliças e frutas - laranja, limão, abacaxi, tangerina e morango. As vitaminas e minerais presentes nos alimentos têm papel fundamental para fortalecer o sistema imunológico.
Mexa-se e procure estabelecer metas...
** Estímulo vem dos outros, motivação vem de dentro de nós.**
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Quer ter uma vida saudável, então não abra a mão do seu café da manhã!!!
Já dizia a sabedoria milenar: no que diz respeito à alimentação, os orientais costumam dizer que o alimento de manhã é ouro, à tarde é prata.. Entre a última refeição do dia e a primeira (desjejum), há um longo período de jejum. Isso significa que o organismo, depois de esgotada a principal fonte de energia, a glicose, passa a utilizar o glicogênio estocado, principalmente, no fígado. Durante o sono, o organismo continua trabalhando, em um ritmo menor, mas ele mantém as funções básicas como respirar, o funcionamento cardíaco, circulação, entre outros. Todas essas funções precisam de energia para serem realizadas.
Pela manhã, ao acordar, é necessário fornecer energia para que sejam realizadas as tarefas do dia. Isso significa, que o café da manhã fornecerá, entre outros nutrientes, carboidratos para que possam ser realizados os trabalhos do dia a dia. Para quem deseja emagrecer, é bom ficar atento! Realizar o café da manhã está associado à diminuição da fome nas refeições seguintes o que reduz o risco de comer excessivamente no meio do dia. Além disso, pessoas que costumam fazer o desjejum logo que acordam têm mais chances de manter ou controlar o peso. O café da manhã ideal é aquele que contém:. uma fonte de carboidrato - pão, bolos, mel ou cereal integral;. uma fonte de proteína - leite, iogurte, ovo, derivados da soja;. uma fonte de fibra, vitaminas e enzimas - frutas, sucos ou barras de cereais."
Portanto, comece seu dia muito bem e capriche no café da manhã!
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